O Hamas transformou as redes sociais em um verdadeiro instrumento de propagação de medo e terror. Fotografias e vídeos de reféns implorando por suas vidas e sendo executados invadem a internet e espalham o medo. Escolas pedem aos pais que desativem as contas de seus filhos.
O Hamas não dispõe de tecnologias de ponta como Israel. O poder de fogo do grupo extremista Islâmico é infinitamente inferior, mas os terroristas estão usando uma arma para espalhar ainda mais o pavor; AS MÍDIAS SOCIAIS.
Além disso, conteúdos falsos, criado por AI, antigos e tirados de contextos também estão sendo compartilhados como se fossem cenas de guerras.
Com isso, cresce o alerta para as redes sociais controlarem o conteúdo exibido e combaterem a desinformação. Acontece que com as demissões em massa das BIG TECHs no pós-pandemia, os setores de proteção e moderação de conteúdos diminuíram.
A Guerra também é contra a desinformação
Mas o que elas estão fazendo? A meta anunciou um “ Centro de operações especiais” com monitoramento em tempo em tempo real e reforços fluentes em Hebraico e Árabe.
Assim como o meta, o GOOGLE, que controla o YOU TUBE, e o TIk TOK proibiram todos os conteúdos que vem de contas ligadas ao Hamas.
O X também removeu as contas associadas ao grupo terroristas, e anunciou melhorias nos sistemas de verificação de fatos.
No entanto, o calcanhar de Aquiles para essa questão continua sendo o app russo Telegram, que tem pouca moderação e abriga inclusive canais de comunicação do Hamas.
A plataforma alega que é contra a censura, mas seus concorrentes dizem que o momento é de concentrar esforços no combate à propagação de terrorismo e Fake News.
