Mário foi mais do que um editor: foi a memória viva do jornal, guardião da ética, da independência editorial e da identidade crítica que marcaram as últimas décadas da imprensa regional. Sob sua direção, a Folha atravessou marcos históricos; como a milésima edição, e consolidou sua atuação em Taboão da Serra, Embu das Artes, Itapecerica da Serra, São Lourenço da Serra e municípios vizinhos.
Mesmo após perder a visão, jamais deixou de escrever, orientar, comentar e manter acesa a chama da crítica popular em sua célebre Coluna do Pombo, conhecida pelo bordão que já faz parte da cultura local:
“Se a gente que é pombo não fala… ninguém fala.”
Professor, articulista, ambientalista e defensor incansável da comunidade, Mário deixa uma trajetória que honra o jornalismo regional e inspira todos que seguirão seu caminho.
Em breve, informaremos o local do velório e sepultamento.
Pedimos que todos se unam em oração e enviem solidariedade à sua esposa Sandra, seus filhos, netos e familiares, bem como a todos que aprenderam e caminharam ao lado dele.
Nosso respeito. Nossa gratidão eterna.
Descanse em paz, Professor Mário. Sua voz permanece.🕊️
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