Cléber foi preso temporariamente na madrugada desta quarta-feira (28), juntamente com o filho, Maykon Douglas de Oliveira, apontado como suspeito de auxiliar na ocultação de provas e na tentativa de atrapalhar as investigações. Até o momento, as defesas dos dois não se manifestaram.
O caso foi detalhado durante uma coletiva de imprensa realizada pela Polícia Civil de Goiás (PC-GO), após o corpo da corretora ser localizado em uma área de mata, mais de 40 dias depois do desaparecimento. Segundo o delegado André Barbosa, além das prisões, o porteiro do prédio também foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos.
Conforme a investigação, Daiane teria ido ao subsolo para verificar uma queda de energia quando foi interceptada pelo síndico. Ainda segundo a polícia, houve um desentendimento entre os dois momentos antes do crime. Questionado sobre como a vítima foi morta, o suspeito optou por permanecer em silêncio.
As autoridades informaram ainda que imagens de segurança mostram o veículo de Cléber deixando o local com a capota fechada e retornando cerca de 40 minutos depois com a capota aberta, o que levantou suspeitas durante a apuração.
O corpo de Daiane foi encontrado após Cléber indicar o local onde teria deixado a vítima, em uma região de mata no município de Ipameri, a aproximadamente 15 quilômetros de Caldas Novas. O cadáver estava em avançado estado de decomposição.
Segundo a polícia, a principal linha de investigação aponta que o crime pode ter sido motivado por conflitos comerciais. Os investigadores informaram que o síndico administrava os apartamentos do prédio, mas a gestão teria sido repassada à corretora, o que gerou desentendimentos entre ambos.
O sepultamento de Daiane Alves Souza deve ocorrer em Uberlândia, cidade onde ela nasceu.
Fonte: G1

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